Guia Inglês pro Trabalho · Reunião em inglês

Travar na call não é vocabulário. É falta de ensaio.

Quinze roteiros das oito cenas previsíveis, com a linha escrita antes e a saída pronta pro imprevisto.

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Por dentro do guia

Páginas reais, não promessa

Infográfico: As oito cenas que se repetem toda semana, do kickoff ao pedido de aumento, com a linha que ninguém escreve antes
Infográfico
As oito cenas que se repetem toda semana, do kickoff ao pedido de aumento, com a linha que ninguém escreve antes
O mapa: As quatro famílias da call: a moldura, a contribuição, o conflito e a conversa que decide carreira
O mapa
As quatro famílias da call: a moldura, a contribuição, o conflito e a conversa que decide carreira
O caso: A quinta-feira da Renata, antes: dez anos de curso, entende quase tudo e responde nome, cargo e silêncio
O caso
A quinta-feira da Renata, antes: dez anos de curso, entende quase tudo e responde nome, cargo e silêncio
Abertura de cena: Cada cena abre em cena, do update semanal à discordância sem soar agressivo
Abertura de cena
Cada cena abre em cena, do update semanal à discordância sem soar agressivo
Passo a passo: O movimento da primeira cena: a linha de abertura em inglês, com a tradução prática ao lado
Passo a passo
O movimento da primeira cena: a linha de abertura em inglês, com a tradução prática ao lado
A planilha: A grade do ensaio: uma linha por cena, com os roteiros lidos em voz alta e o que a call devolveu
A planilha
A grade do ensaio: uma linha por cena, com os roteiros lidos em voz alta e o que a call devolveu
Roteiros prontos: Os quinze roteiros em inglês com tradução, prontos pra copiar e ensaiar
Roteiros prontos
Os quinze roteiros em inglês com tradução, prontos pra copiar e ensaiar
O fecho: A call da Renata, depois: oito cenas ensaiadas e a oitava fechando em sim parcial, com data
O fecho
A call da Renata, depois: oito cenas ensaiadas e a oitava fechando em sim parcial, com data

Leia antes de pagar

A primeira cena, aberta na íntegra

Uma das oito cenas da call, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

As oito cenas que se repetem toda semana, do kickoff ao pedido de aumento, com a linha que ninguém escreve antes
As oito cenas que se repetem toda semana, do kickoff ao pedido de aumento, com a linha que ninguém escreve antes

O kickoff: entrar e marcar o escopo

O primeiro minuto de uma call nova tem dono: a rodada de apresentações. Cada um fala cerca de vinte segundos, na ordem da tela. A sua vez chega sem aviso.

A rodada é a cena mais previsível do ano. Quem convocou abre, nomeia o projeto e passa a palavra pela lista da tela. Ninguém improvisa a ordem.

O conteúdo também é fixo: quem é você, o que a sua área entrega e o que o time pode te pedir. Três informações, as mesmas em qualquer kickoff.

O que o nervoso corta primeiro

Sob pressão, a fala encolhe pra nome e cargo. Você para em oito segundos e sobram doze. Os doze que sobraram eram os da competência.

Ninguém do outro lado pergunta o que faltou. O time guarda o nome de quem descreveu a entrega e procura essa pessoa depois.

Cargo traduzido também não diz o que você faz. Numa fábrica comprada por um grupo americano, o título perdeu o sentido pra matriz. Descrever a operação funciona melhor que traduzir o título.

A apresentação escrita antes resolve as duas pontas. Ela mostra o que a sua operação entrega e abre a porta pro pedido certo chegar na sua mesa.

Onde o improviso se esconde

O improviso mora no primeiro minuto e ninguém o vê chegar. A matéria da sua fala já existe por escrito, dias antes da call.

Ela está no convite da agenda, na thread do projeto e na ata da reunião anterior. Dez minutos de leitura entregam as quatro linhas da cena.

Abra o convite da agenda e conte quantas pessoas entram na call. Lista longa com gente de fora significa rodada de apresentações no primeiro minuto.

Leia a descrição e anote o nome do projeto como a matriz escreve. A sua fala repete o nome do convite, nunca o apelido interno da fábrica.

Escreva em uma frase o que a sua área entrega, sem citar cargo. Nome de cargo muda entre filial e matriz, e a entrega não muda.

Escreva o que o time pode te pedir, em uma linha. É a frase que traz o convite pra próxima reunião.

As quatro linhas viram um cartão de papel ao lado do teclado, como o modelo abaixo.

O movimento

Escreva as três linhas no cartão de papel, à mão, uma vez só. Papel não pisca e não rouba o olho da reunião.

Leia as três em voz alta, três vezes , antes de entrar. Ler na cabeça treina o olho, e a boca continua sem treino.

Cronometre a leitura uma vez: a fala inteira cabe em vinte segundos. Passou de trinta, corte a frase mais longa do cartão.

Na próxima call nova, troque só o nome do projeto. As outras duas linhas servem o ano inteiro.

Cena que foge do roteiro tem saída pronta. Se o seu cargo não existe na matriz, descreva a operação em vez de traduzir o título. Descrição de área o time entende na hora.

Abrir a fala pedindo desculpa pelo seu inglês, antes da primeira linha. A frase gasta cinco dos vinte segundos e põe o idioma no lugar do trabalho. Quem escuta guarda a desculpa e esquece a entrega. A gente aprendeu a pedir licença, e o cartão desfaz o hábito.

Renata escreveu duas linhas no cartão antes do kickoff do projeto Atlas. Uma diz o que a operação de Joinville entrega, outra diz o que ela mesma cobre.

Falou as duas em vinte segundos, lidas do papel. Doug repetiu o nome dela ao distribuir as tarefas da semana.

A mesma apresentação de vinte segundos serve toda call nova do ano, com o nome do projeto trocado.

O método Escrever, Ensaiar, Falar

Cada cena em 3 tempos

1
Onde a cena trava

O ponto exato da reunião em que a frase encolhe, com o gatilho que a antecede.

2
A linha pronta

O roteiro em inglês com a tradução prática ao lado, escrito pra caber na sua boca.

3
A saída

Quando a cena foge do script, a frase que devolve o controle. Copiável na versão web.

O caso que atravessa o guia
Você ensaia junto com a Renata: analista de operações numa fábrica de autopeças em Joinville comprada por um grupo americano, call semanal com o time de Chicago. Cada cena mostra a linha que ela passou a escrever antes. No fim, a grade fecha as oito.

O que você leva por R$ 27

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Checklist das oito cenas

As oito cenas numa página só, imprimível. Risca cada uma depois do ensaio em voz alta.

Os quinze roteiros

A linha em inglês com tradução prática, pronta pra copiar antes da reunião.

A grade do ensaio

Onde anotar o que a call devolveu em cada cena, com data.

A call tem roteiro.

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R$ 27 pra chegar na call com a linha escrita. Pagamento único, sem assinatura.

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